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Martes, 01 de Julio de 2014 15:54


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Taller CUIMOI- AGESIC PDF Imprimir E-mail
Escrito por A.U   
Viernes, 25 de Octubre de 2013 12:58

Capacitación  - Asesoramiento

El pasado 24 de octubre CUIMOI realizó un Desayuno con sus socios y amigos de sectores vinculados, cuyo motivo principal era  el asesoramiento sobre :  PROTECCION DE DATOS PERSONALES,  BASES DE DATOS,  NORMATIVA.

El mismo estuvo a cargo de la Dra. Dra. Esc. Beatriz Rodríguez Acosta
Área Derechos Ciudadanos    AGESIC -

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Varejistas e proocessadoreas de cartoes PDF Imprimir E-mail
Escrito por au   
Martes, 14 de Mayo de 2013 16:00

Varejistas e processadoras de cartões divergem sobre taxa de desconto

Varejistas e processadoras de cartões divergem sobre taxa de desconto

Postado em: 03/05/2013, às 09:55 por Max Milliano Melo
PoS

BRASÍLIA — Os cartões de crédito e débito já são responsáveis por 36% das compras no varejo no Brasil, pouco atrás dos 38% das compras em dinheiro. O mercado, que somente com cartões de débito realiza anualmente mais de 4 bilhões de transações, não para de crescer. É justamente essa expansão que vem gerando divergências entre as empresas de cartões e o setor varejista — como deve ser cobrada a adquirência, ou seja, a taxa para efetuar as transações financeiras?

O assunto foi tema de uma audiência pública nesta semana na Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio (Cedeic) da Câmara dos Deputados. Tramitam na Casa uma dúzia de projetos de lei sobre o tema, que divide empresas financeiras e o comércio.

Para Ronaldo dos Santos, da Associação Brasileiras de Supermercados (Abras), os pagamentos representam um importante custo para lojistas. “Hoje mantemos duas estruturas, porque os meios eletrônicos ainda não suplantaram o modelo tradicional, que envolve manuseio e transporte de dinheiro, carro forte. Queremos que o quanto antes o sistema vá completamente para o meio eletrônico”, defendeu.

Na opinião da associação, contudo, é necessário aumentar a concorrência entre empresas do setor, especialmente no processamento das compras. “O que queremos é que haja concorrência e que haja eficiência para precificar (a adquirência) de forma correta”, defendeu Santos.

Duopólio no processamento

Atualmente, duas empresas dominam o mercado de processamento das compras de crédito e débito: a Cielo e a Redecard. E a reclamação principal dos varejistas é a taxa líquida de desconto cobrada dos lojistas (MDR, na sigla em inglês) pelas credenciadoras de cartões. Em 2010, quando o Banco Central decretou o fim da exclusividade na atividade de credenciamento — entre Visa e Cielo e Redecard e MasterCard —, as taxas começaram a cair e depois se estabilizaram. Novas empresas também chega­ram ao mercado, como a GlobalPayments, a GetNet, em par­ceria com Santander, e a Elavon, e mais recentemente o Banco de Brasília (BRB).

Antes da quebra da exclusividade, a taxa média de desconto do mercado era de 3% a 5%, se­gundo a Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), mas passou a 2,5% a 4,5% em janeiro de 2011, seis meses após a abertura do mercado. A expectativa era que, com o tempo  essas taxas chegassem a uma média de 1,5% a 2,5%, o que não aconteceu. Segundo a Abras, essas taxas estão entre as mais altas da América Latina. “No fim das contas o custo é muito alto para o comerciante, que acaba o transferindo para o consumidor”, completou Santos. A entidade defende a cobrança de uma tarifa fixa para o processamento das compras. “Se o custo é por operação, a cobrança também deve ser por operação”, defendeu.

Para a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), contudo, a mudança no sistema seria negativa para os pequenos e médios comerciantes. “Oitenta por cento dos 4 bilhões de transações são de baixo valor, quando você cobra proporcionalmente você leva o benefício para o pequeno e médio estabelecimento”, afirmou o representante da entidade, Marcelo Noronha. Segundo ele, embora o preço para operacionalizar o pagamento de qualquer valor seja praticamente o mesmo, com a cobrança proporcional as compras de valores altos acabam compensando os custos das compras de baixo valor. “O pequeno e médio estabelecimento seria penalizado.”

Os números da Abecs mostram que atualmente cerca de 280 milhões de cartões de débito realizam, em média, 14,6 transações por ano. “Nos Estados Unidos, o número de compras com débito desacelerou”, comenta Noronha, comparando a experiência de taxação norte-americana, que inclui o pagamento de taxas fixas por transação.

Projetos em tramitação

Está em tramitação no Congresso Nacional uma série de projetos para disciplinar o sistema brasileiro de pagamentos eletrônicos. Os PLs 2688/2011, 3499/2008 e 4804/2001, dos deputados Laercio Oliveira (PR-SE), Guilherme Campos (DEM-SP) e Edinho Bez (PMDB-SC), respectivamente. Todos eles pretendem limitar a cobrança das empresas que operacionalizam os pagamentos eletrônicos a 2% do valor da compra.

Eles propõem também a extinção da regra que proíbe que compras pagas em espécie recebam descontos em relação às pagas com cartões de crédito e débito. A medida foi defendida na audiência pública da Cedeic pelo deputado Guilherme Campos. “A interpretação do Código de Defesa do Consumidor que proíbe o desconto vai contra o interesse do cliente, o que vai contra a sua finalidade e fere o princípio da razoabilidade”, defendeu.

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CAPACITACION "=!" : CONVENIO CUIMOI INEFOP PDF Imprimir E-mail
Escrito por a,u   
Miércoles, 15 de Agosto de 2012 17:44

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Lanzamiento oficial del Programa de Compras Públicas para el Desarrollo de las MIPYMES PDF Imprimir E-mail
Escrito por camara   
Martes, 29 de Marzo de 2011 17:28
Lanzamiento oficial del Programa de Compras Públicas para el Desarrollo de las MIPYMES
 
El viernes 18 de marzo el ministro Roberto Kreimerman y el Director Pablo Villar, presentaron a funcionarios de las intendencias el Programa de Compras Públicas para el Desarrollo de las MIPYMES.
 

En el marco de las políticas industriales activas de corte sectorial impulsadas desde el Ministerio de Industria, Energía y Minería (MIEM), el Programa de Compras Públicas para el Desarrollo juega un rol fundamental como instrumento de política pública de promoción, fomento de la industria nacional y participación en las mismas, de los sectores de la Micro, Pequeña y Mediana Empresa Nacional.

La actividad estuvo destinada a todas las oficinas de compras de las 19 intendencias del país y a los responsables de las Oficinas de Desarrollo Económico de las mismas.

El Sr. José Saavedra comentó los contenidos del artículo 43 la Ley N° 18.362 y su Decreto Reglamentario.Esta normativa prevé un cupo del 20% del mercado total de las compras públicas anuales (unos US$ 400 millones) donde las MIPYMES tendrán una preferencia de precio que va del 8% al 16%.

Por otra parte la Sra. Verónica Santos de la División Empresas de DINAPYME se refirió a las particularidades del Certificado MIPYME en general y su aplicación al Programa de Compras Públicas para el Desarrollo. El certificado, que será exigido a las empresas, otorga prioridad a los bienes, servicios y obras públicas, con valor agregado nacional, fabricados o brindados por empresas que certifiquen su condición de micro, pequeña o mediana empresa.

Se prevén talleres en el interior del país para difundir el programa y sensibilizar a la población de la importancia de este instrumento para el desarrollo local.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
   
 
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